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Carlos Batista disse que não fechou qualquer acordo político com Emerson Leal. Salientou que, na conversa que tiveram, recentemente, o Priquitão disse que seria candidato a prefeito e pediu apoio da oposição. Mas essa decisão não lhe cabe individualmente, mas ao consenso do grupo, acrescentou Carlão. O pré-candidato Ricardinho, porém, já antecipou que não aceita Emerson em cabeça de eventual chapa apoiada pela oposição. 

 

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Mensagem – 01.02.2016

Avante, que possuirão a Terra!

 

Raimundo Marinho
Jornalista

Há muita coisa nos registros bíblicos e de outras fontes históricas cuja tradução original está a exigir revisão, tendo em vista o alargamento do conhecimento humano. Novas e criteriosas interpretações fazem-se necessárias, para se evitar deturpações e perda de tempo.

Não raro, escritores como os evangelistas optaram por versões que atendessem ao parco entendimento da época e, também, ao fortalecimento do cristianismo. A nosso ver, incluem nessa situação as versões bíblicas de céu e inferno e sobre a origem do homem e da mulher.

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Aliás, revisões têm sido feitas, que aumentam a clareza das mensagens, ajustando-as, não à vontade caprichosa do dito homem moderno, mas à inquestionável evolução do conhecimento. A própria força dessa evolução e as consequentes adaptações vem do próprio plano do Criador.

Um desses ajustes me foi ensinado, recentemente, pelo bispo Dom Armando Bucciol, de nacionalidade italiana, atualmente chefe da nossa Diocese. Refere-se ao famoso sermão da montanha, com as oito bem-aventuranças proclamadas por Jesus Cristo.

Uma delas diz “Bem-aventurados os pobres de espirito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus: 5, 3). Lida no sentido literal, haveria uma incoerência, que seria o injusto enaltecimento de pessoas indignas. Então, segundo Dom Armando, a expressão correta seria “pobres em espírito”.

Ou seja, não poderia haver filhos de Deus “pobres de espírito”, pois carregar dentro de si a centelha do Criador já é a maior riqueza. E “pobres em espírito” quer dizer de espírito limpo e desapegado, inclusive de bens materiais, aptos a acessar o reino dos céus.

E a mensagem de Jesus, no sermão da montanha, não seria de proclamação, mas de incentivo, de animação, de previsão de recompensa aos que estão a caminho do Senhor. Por isso, ao invés de “Bem-aventurados”, a interpretação correta seria “Avante! Tenham ânimo!”.

 
Mensagem – 01.02.2016

O TEMPO É DE DEUS (*)

 

Raríssimas pessoas vivem além dos 100 anos. E, diante dos bilhões de anos que tem a criação de Deus, 100 anos são como um piscar de olhos. Na verdade, depois de descontados os anos da infância e da velhice a vida útil de uma pessoa, na Terra, chega, no máximo, a 50 anos. É muito pouco tempo para gozar, mas pode ser uma eternidade para sofrer.

Dizemos isso, porque é assim que o ser humano costuma dividir o tempo da vida. Há momentos em que torce para o tempo passar rápido; e outros há em que, se pudesse, pararia o tempo. Muitos existem que andam a dizer que não têm tempo. Não têm tempo para conversar com o filho, não têm tempo de conversar com os pais; não têm tempo de namorar; não têm tempo de rezar.

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Chegam a um ponto que nem sabem para o que, então, têm tempo. Um dia, chegarão ao tempo em que vão se arrepender de não ter dado mais atenção ao filho; de não ter ouvido mais os pais; em que se arrependerão de não ter namorado mais; de não ter rezado mais.

Há um tempo para tudo, mas todo o nosso tempo pertence a Deus. E, se pertencermos a Deus, não haverá limite de tempo em nossas vidas. Viveremos a eternidade de Deus, não apenas os anos nesta Terra. Por aqui, somos submetidos ao grande teste da aceitação de viver conforme o plano do Criador.

Essa experiência desafia o tempo e um minuto sequer deve ser perdido. Ela consiste no relacionamento com o mundo criado por Deus, na alegria de figurar entre as sua criaturas. Ele quer que nos tratemos bem, que sejamos gentis e tenhamos compaixão uns para com os outros.

Que o tempo dessa nossa vida seja preenchido com ações, gestos e atitudes que agradem a Deus. Que nos empenhemos em descobrir e sentir a Sua presença, em nosso dia-a-dia. Que estejamos sempre atentos aos sinais do criador.

Fazendo isso, um dia alcançaremos a superação do tempo e enxergaremos
Deus em toda sua plenitude e luminosidade!
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(*) Santos, Raimundo Marinho dos. Hora do Ângelus, PENSARES PARA REZAR – Livramento de Nossa Senhora-BA: 2011, p. 138/139.

 

Mensagem – 22.01.2016

O DESTINO ESPIRITUAL (*)

 

A vida e morte de Jesus, recontada na Quaresma e Semana Santa, comportam muitas reflexões, como, por exemplo, o destino espiritual do homem, que Cristo procurou deixar o mais claro possível para nós.

O principal de nós é o espírito, tanto que Jesus se permitiu continuar falando com os discípulos mesmo depois de morto. Para facilitar o entendimento, não alterou a aparência que todos já conheciam.

Por uns tempos, continuou ensinando, em espírito, revelando que a vida é uma só, embora haja dois mundos: material, onde nos encontramos, e espiritual, onde reina Deus e onde a vida é plena e a eternidade se realiza.

O bom seria se estudássemos muito sobre Teologia, religiões, sobre a Bíblia! Mas isso não é fácil para todo mundo. E digo que nem é indispensável! Basta ter a consciência de Deus, invocar e querer ardentemente encontrar-se com Jesus!

Ele virá aos que chamarem e a estes mostrará, de maneira particular, os dois mundo. Então, viverão em espírito, ainda na Terra, sob orientação e inspiração de Cristo. Ele mesmo disse, após ressuscitado:

Me foi dado todo poder, no Céu e na Terra. Portanto, ide , ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos (BÍBLIA, Mateus, 28, 18-20).

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(*) Santos, Raimundo Marinho dos. Hora do Ângelus, PENSARES PARA REZAR – Livramento de Nossa Senhora-BA: 2011, p. 269/270.

Mensagem – 22.01.2016

Entre a luz e as trevas!

Raimundo Marinho
Jornalista

A existência da espiritualidade, cuja autoria é Deus, não depende da vontade humana. E Jesus Cristo mostrou que ela é regida por leis facilmente compreensíveis pelos tolos e de espíritos puros!

Felizes os que a fé conduz à intimidade com Jesus, seja em matéria ou em espírito, a quem é dado assento na Ceia do Senhor. Até os que chafurdam na miséria humana, um dia serão iluminados e chegarão lá.

Esculpimos nosso próprio destino, como lembra Lucius. Só há diferença no modo e tempo de caminhar. Quem promove o nascer de vidas, por exemplo, tendem a chegar antes dos que patrocinam a morte, o aborto.

Porque a vida é a essência do Plano de Deus! Infelizes, portanto, os que promovem ou se alegram com a barbárie, os que roubam aquilo que é da coletividade, como os criminosos da corrupção, os enganadores!

Infelizes os covardes que maltratam mulheres e crianças! Tristes  os que torturam e ou matam aqueles que deveriam proteger e defender. Coitados dos que roubam e trapaceiam, trazendo sofrimento a outros!

 

Céu ou Inferno – 10.01.2016

A escolha é nossa!

 

Raimundo Marinho

Jornalista

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A maioria das pessoas acredita no sobrenatural e se organiza em algum tipo de sociedade religiosa, acreditando em um ente superior, genericamente chamado de Deus. Por conta disso, há uma infinidade de igrejas, sendo ínfimo o número dos que não professam fé alguma.

As igrejas diferem-se nos ritos praticados, na visão do que é Deus e na interpretação de textos sagrados, como a Bíblia. Todas admitem que o homem possui uma natureza material densa (corpo) e outra imaterial etérea (alma), muitas vezes colidindo uma com a outra.

Poucas explicam de onde viemos, mas todas dizem que nosso destino, após a morte, é o céu, exceto para os transgressores (pecadores), que vão para o castigo eterno, ou seja, o quinto dos infernos. Ou para um suplício temporário, o purgatório, para pecadores venais.

Embora isso colida com o plano e a natureza generosa de Deus, sedimentou-se como verdade na didática religiosa. O recrutamento para esses destinos dar-se-ia logo após a morte, em evidente contradição com a tese do juízo final, que prevê a espera da ressurreição.

A Porta do Inferno, de Dante

Para pôr lenha ou luz na fogueira, exsurge a doutrina espírita, codificada e publicada, entre 1857 e 1868, pelo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, sob o pseudônimo de Allan Kardec. Mais conhecida como espiritismo, defende e propaga a tese da reencarnação.  

Apesar de incomodar muito as religiões, não se intitula como religião, e se considera o consolador prometido por Jesus Cristo. Prestem a atenção e verá que, na verdade, nenhuma religião, incluindo o espiritismo, tem ou teve o condão de alterar a realidade de Deus.

Sobre ela, muito ainda temos de aprender. O que sempre esteve em questão é nossa incapacidade e baixo grau de empenho em vê-la, pois permanecemos obnubilados pelo materialismo. Jesus disse, claramente: “quem tiver ouvidos para ouvir e olhos para ver, que ouça e veja”.

E o melhor ângulo de visão, na minha opinião, é o das religiões, não isoladamente, mas no seu conjunto. Poucos estudam as religiões, mas todas elas, sem exceção, fundam-se em princípios básicos parecidos, apesar das diferenças ritualísticas e interpretativas.

Não poderia ser diferente, pois são criações humanas, manipuladas pelas conveniências, sendo pouco provável que, apesar do ecumenismo, se unam no entendimento de que estamos submetidos a uma jornada evolutiva, com destaque para as experiências terrenas.

Nem de que o mundo real é o espiritual, de onde os espíritos migram para diversas realidades planetárias, sob a regência de Deus. É possível que a Terra seja o mais primário e denso deles. Mas é garantido que ninguém se perderá, ainda que levem milhões de anos.

Na realidade espiritual, está, sem dúvida, o Céu, a pura e sublime organização de Deus, onde Ele próprio habita. E há, também, o Inferno, uma organização humana, espontânea, dos espíritos inferiores, que continuam a recusar Deus e Jesus Cristo, como o faziam na Terra.

O Purgatório nada mais seria do que uma gigantesca organização hospitalar, no mundo invisível, comandada pelos mensageiros de Deus, para resgatar os que clamam por socorro, quando perdidos na nova realidade, onde ingressam após a morte física.

Portanto, a escolha é nossa! Para os ainda fracos, ignorantes e desanimados, Jesus disse: Vinde a mim todos os que estais cansados de carregar suas pesadas cargas, e eu vos darei descanso. Eu vim para salvar o que se havia perdido (Mateus, 11: 28; 18: 11).

 

Espiritualidade - 02.01.2016

Entrevista com Jesus Cristo

Fotomontagem-adaptação: Rafael Oliveira

Raimundo Marinho

Jornalista

No final de ano, viajei por várias regiões da Palestina, nas páginas dos evangelhos. Segui as pegadas de Jesus e tive a alegria de vê-Lo em diversos locais, entre o Líbano e Israel, na costa leste do Mar Mediterrâneo. Pude rever aquele ser fascinante, de olhar penetrante! Sua voz corta no mais profundo da nossa mente e da nossa alma, com palavras que dilaceram o mais duro dos espíritos. Abrem feridas que nunca se fecham, por onde os mistérios dos Céus nos penetram e são revelados.

Somente quem faz essa viagem pode entender como o pensamento, a mensagem e a figura magistral desse homem conseguiram atravessar, intactos, mais de dois mil anos. Ele só pode ser a encarnação de Deus! Mas falou como um ser humano, consciente da missão pela qual veio à Terra, reunindo divindade, sabedoria, doçura, amor e a mais forte personalidade que já existiu, confundindo-se com o próprio Deus.

Nos vários dias de andanças, inclusive revendo lugares que conheço desde a juventude, por longas horas fiquei a mirar o rosto do Mestre. Ampliei minha reflexão sobre a profundidade das suas mensagens e deixei-me envolver ainda mais por aquela voz cortante. Então resolvi fazer uma entrevista com Ele, como não poderia deixar ser, na minha condição de jornalista. Leia, a seguir:

 

Mestre, passados 2000 anos, há os que ainda perguntam quem é mesmo você?

Há tanto tempo estou convosco e não me tendes conhecido? Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida. Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome. Aquele que crê em mim nunca terá sede.

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Muitos o chamam de Deus - o Pai. Isso seria correto ou estão equivocados?

Eu Sou o Filho de Deus. Eu e o Pai somos um. Aquele que vê a mim, vê o Pai. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Em verdade, em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas.  Se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.

Para os que querem segui-Lo, como achar a sua porta, onde você mora?

As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do Homem não tem onde repousar a cabeça. Mas entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição. E muitos são os que entram por ela.  E porque estreita é a porta e apertado o caminho que leva à vida, poucos há que a encontrem.

Então, o que cada um deverá fazer para caber nesse caminho estreito?

Vigiai o tempo todo, orando, para que possais escapar do que está para acontecer, e apresentar-vos em pé diante do Filho do homem. Não julgueis, para que não sejais julgados.  Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.  Ame seus inimigos, faça o bem para aqueles que te odeiam, abençoe aqueles que te amaldiçoam, reze por aqueles que te maltratam. Se alguém te bater no rosto, ofereça a outra face.

Mas as igrejas pregam que você já nos salvou, ao ser ferrado na cruz. Estaríamos numa boa, sem precisar fazer mais nada!

Não julgueis que vim trazer a paz à terra. Vim trazer não a paz, mas a espada. Eu vim trazer a divisão entre o filho e o pai, entre a filha e a mãe, entre a nora e a sogra, e os inimigos do homem serão as pessoas de sua própria casa. Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim.

Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. Aquele que tentar salvar a sua vida, vai perdê-la. Aquele que a perder, por minha causa, vai reencontrá-la. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor!  Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.

Muitos me dirão, “Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravilhas?”. E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

Por que viver está tão difícil, Mestre, são tantas dificuldades?

Porque a fé que vocês têm é pequena. Eu asseguro que, se vocês tiverem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderão dizer a este monte: vá daqui para lá, e ele irá. Nada será impossível para vocês. Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber. Nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento e o corpo mais do que o vestuário? Mas, buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.

O primeiro mandamento é amar a Deus e o segundo é amar o próximo. Mas este próximo é quem mais nos persegue!

Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus. Porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. Não resistais ao mal, ao que quiser pleitear contigo e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa. Se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.

Você pode nos ensinar, novamente, como rezar e falar com Deus?

Quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto. E teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. Não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.

Lembra, Mestre, das suas comoventes palavras na despedida dos discípulos?

Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, mas, como tenho dito aos judeus: Para onde eu vou não podeis vós ir. Eu vo-lo digo também agora. Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros. Como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.

Sabe, Jesus, não consigo entender como ainda tem gente que não sabe quem é o próximo! Repete para mim a parábola!

Ia um homem de Jerusalém para Jericó e foi atacado por salteadores, que o despojaram e espancaram, deixando-o meio morto. Passou um sacerdote que o viu e o ignorou. O mesmo fez um levita. Mas um samaritano o viu e teve pena dele.  Tratou suas feridas e o levou para uma estalagem, onde cuidou dele e assumiu todos os gastos da hospedagem e do tratamento. O próximo do que caiu foi o que o socorreu. Vá a faça o mesmo.

Você não está mais aqui para tirar nossas dúvidas. Como saber se estamos no caminho certo?

Avante, mesmo os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus; os que choram serão consolados; os mansos herdarão a terra; os que têm fome e sede de justiça serão fartos; os misericordiosos alcançarão misericórdia; os limpos de coração verão a Deus; os pacificadores serão chamados filhos de Deus; os que sofrem perseguição por causa da justiça, deles é o reino dos céus; ou quando vos injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo mal contra vos por minha causa.

Para terminar, por hoje, tão falando que o mundo vai acabar ou vai haver uma transição planetária, tudo conforme o Plano de Deus. Precisamos nos preparar?

Não deixe ninguém vos enganar. Virão muitos em meu nome, dizendo “eu sou o Cristo”, e enganarão a muitos.   Ouvireis falar de guerras e rumores de guerras. Não vos assusteis, é necessário assim acontecer. Mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, reino contra reino. Haverá fomes e terremotos, em vários lugares. Porém, tudo isto é o princípio das dores. Surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando grandes sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos.  

Portanto, se vos disserem “eis que ele está no deserto”, não saias, ou “ei-lo no interior da casa”, não acredites.  Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim será a vinda do Filho do Homem. Quando os ramos da figueira se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão.  Assim, quando virdes todas estas coisas, sabei que o fim está às portas.

(Faça você também sua entrevista com Jesus. Se quiser, pode seguir o meu roteiro de viagem: João 6: 32-35; 10: 7-9; 30, 36; 13: 7, 33-35; 14: 6-9,23. Mateus 5: 37; 43-46; 6: 9-13; 25, 33; 7: 1-2; 13-14; 21-23; 8: 20; 10, 34-42; 17: 20; 24: 4-8,11; 24-27; 32,33. Lucas 10:30-37; 21:36)