Mensagens recebidas via e-mail

ATENÇÃO!

Condições para publicação das mensagens:

Nome completo do autor, endereço de e-mail, endereço residencial e telefone para contato e não contenham ofensas a terceiros.

Atualizado em 22.11.2014

Carla Guimarães
caug@hotmail.com

A banalidade do extermínio

Por Atila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional Brasil, e Pedro Abramovay, diretor para America Latina da Open Society Foundation, publicado no jornal O Globo em 30 de outubro de 2014.

Seis jovens. Dois com 12 anos, um com 14, um com 15 e dois com 18. Foram vítimas de uma chacina em Duque de Caxias. Um dos meninos de 12 sobreviveu. Esta notícia não estampou a capa de nenhum jornal nacional. E também não mereceu a manifestação de nenhuma autoridade pública.

É razoável que lidemos com normalidade com a execução de adolescentes? Não se trata de apontar o dedo para a imprensa. Apontemos para nós todos. Convivemos com normalidade com esses fatos. Convivemos com normalidade com a morte de 1 milhão de brasileiros em pouco mais de duas décadas.  É a maior tragédia da nossa história desde a escravidão.

Alguns pensam: “O mundo é mesmo um lugar violento”. Não. Violento mesmo, atualmente, é o Brasil. São 56.000 homicídios no Brasil por ano. Somos responsáveis por mais de 10% dos homicídios do mundo.  Desse total, 30.000 eram jovens com idade entre 15 e 29 anos. O homicídio foi também a principal causa da morte entre adolescentes com idade entre 12 e 18 anos (45,2%), em cidades com mais de cem mil habitantes. Conhecemos esses dados, mas naturalizamos o horror. Como se essas mortes fossem destino. Não era. É uma escolha, um resultado de escolhas que fizemos ou deixamos de fazer.

Um dos desafios de grandes pensadores do século XX foi tentar entender como tantos alemães lidaram com normalidade com a brutalidade da tragédia que ocorria por lá durante o holocausto. Como as pessoas podiam ir trabalhar, comprar seu pão, pensar em coisas triviais, enquanto corpos se acumulavam?

Uma dessas pensadoras, Hannah Arendt, descreveu esse fenômeno como a banalização do mau. As pessoas perdiam a capacidade de perceber a monstruosidade dos fatos. A ideia contemporânea de Direitos Humanos surge daí. A sociedade, o  Estado, todos, devemos nos indignar, nos sensibilizar, nos chocar, quando se violam direitos, quando se produzem tragédias. Achar isso normal não é humano.

É muito difícil, para nós, no século XXI, olhar para a Alemanha dos anos 1930 e compreender como eles conviviam com isso. Olhar para os nossos antepassados e compreender como se convivia com a escravidão. Mas nós estamos indo pelo mesmo caminho. Convivemos com uma tragédia de proporções indescritíveis com uma normalidade que não será perdoada pela história.

E por quê? Não nos enganemos. Os que morrem são em sua maioria negros, são pobres, são invisíveis. Não pensamos que, por trás do número de um milhão de mortos,  há um milhão de mães, de familiares, de vidas roubadas, histórias interrompidas.  Tornamos tudo isso invisível.

Não se resolve o problema dos homicídios com um passe de mágica. Políticas públicas complexas são necessárias. Mas o primeiro passo é perceber que a tragédia não é banal, não é apenas um notícia de jornal, é chamar a atenção de que não queremos passar para a história como outra geração que tolerou a morte em massa de jovens. Não queremos que nossos netos tenham vergonha de nós.

Jornalista: acredito que lendo sua reportagem sobre o 20 de novembro, fica uma dica estude mais as políticas públicas do Brasil, principalmente a questão das Políticas Públicas de Igualdade Racial. O senhor está equivocado. Existe sim Genocídio no Brasil. É uma pena que você mesmo sendo negro não enxerga isso. Volte a estudar, e sai da Terra do Nunca... Veja o site: http//anistia.org.br/jovemnegrovivo.

Carla,

Você não se identificou, como acima solicitado, mas acolhemos a mensagem, pela pertinência do assunto. Pode até ter usado um nome falso. Uma pena, pois ficamos sem saber quem é você. Não sou o ignorante que você afirma. Minha opinião ser diferente da sua não significa que estou equivocado. Na matéria a que você se reporta, manifestei-me tão somente sobre informações que me foram enviadas e escrevi com base no conceito juridicamente aceito de genocídio. Veja que nem mesmo o abalizado artigo que você anexa ousa dizer que há genocídio no Brasil. Respeito sua opinião, do mesmo modo que peço que você respeite a minha.

Raimundo Marinho
Jornalista

 

Atualizado em 20.11.2014

O discurso do rei

Zeferino Neto
zifaneto@gmail.com

 Freud trazia para a sociedade conceitos que veio revolucionar e até mesmo chocar a sociedade de sua época, um desses conceitos é o complexo de Édipo (por favor pegue um google emprestado), dentro desse conceito ele nos brinda com a ideia de substituto paterno, no qual, a grosso e em resumo, o homem se lança pela vida à fora em busca do pai que protege e da mãe que amamenta. É a busca pelos primeiros amores objetais. Essa dificuldade de se libertar da dependência é muito forte, dependência essa já apontada por Nietzsche.

Bom, o indivíduo acaba elegendo, muitas vezes, como substituto paterno, o padre, o pastor, o curandeiro e, principalmente e infelizmente, o político, o que Frei Beto na sua obra A Mosca Azul chama de “o Paizão”.    

Já que é muito difícil a sociedade se libertar dessa dependência (pois existe meios para tentar se libertar, como a filosofia e a psicologia, mais precisamente a psicoterapia) acho necessário que esse pai escolhido pela população possa acalmar os seus filhos. Ainda mais filhos tão carentes como os da minha querida cidade Livramento de Nossa Senhora, filhos esses que eu tive a oportunidade de presenciar, muitas vezes, contribuindo para o processo de transmutação de democracia para monarquia absolutista.

Enquanto na revolução francesa a população derrubava a Bastilha que simbolizava o poder absolutista, aqui um periquito é coroado em praça pública (pude observar isso nas camisetas e nas páginas da internet um pássaro com uma coroa na cabeça acompanhada de frases “o rei está voltando”), mostrando que nós não gostamos mesmo de sermos independentes, muito menos de liderar, queremos é ser liderados e nunca participar do processo democrático. Vale ressaltar que na monarquia quem manda é o rei e não o povo.

Em tempos de crise, como a que Livramento vive agora, se faz necessário que o Líder vá a público para acalmar a sociedade, dizer que está ciente da situação e que não percamos a esperança. O povo clama pela presença do líder.

Fica a dica para o atual prefeito, o filme O discurso do Rei, onde o Rei Jorge VI, mesmo apresentando sérios problemas (como o de gagueira, por exemplo) consegue tomar coragem e ir a radio, já que ele tinha sérios problemas para falar em público.

Mesmo assim, com todas as dificuldades políticas e pessoais, o Rei ver a necessidade de falar com aqueles que precisava de esperança e vai em frente. Quem sabe, assistindo a esse filme, o nosso rei se inspira e nos dar o ar da graça.

Zeferino de Paula Lima Neto é Psicólogo, atua nas áreas sociais, clínica e política

 

 

Jadher Assunção
(e-mails omitido, a pedido)

 

Senhor Raimundo Marinho,

 

Cumprimentando-o cordialmente, tendo em vista a publicação da reportagem publicada no dia 19 de novembro de 2014, em homenagem a um debate respeitoso e necessário ao tema suscitado no portal eletrônico O Mandacaru da Serra em razão do Dia da Consciência Negra, venho registrar a minha TOTAL DISCORDÂNCIA ao posicionamento de Vossa Senhoria, nos termos abaixo consignados sucintamente, senão vejamos.

O Dia da Consciência Negra é uma das Datas Magnas do Brasil, que deveria ser elevada à condição de feriado nacional (não para alegria dos folgados de plantão, mas por respeito à história da construção da nação brasileira). É dia de refletirmos criticamente os alicerces sob os quais está fundado o Brasil. E, à primeira vista, devo registrar publicamente minha discordância à opinião deste veículo de comunicação por interpretação que eu reputo falha às mobilizações do que se convencionou chamar de “Novembro Negro”.

Inicialmente, historiadores das mais diversas correntes estão pacificados quanto ao ponto de que os negros foram escravizados, suas mulheres estupradas, seus filhos retirados de suas mães e seus insurgentes foram torturados e assassinados. Essas práticas não foram adotadas por um ou outro latifundiário do período colonial no Brasil, mas faziam parte das leis, da prática do Estado à época, que institucionalizou a escravidão por critério racial. Apenas por curiosidade, competia a um funcionário das Câmaras do Senado (órgão equivalente ao que seria hoje a Câmara de Vereadores) castigar fisicamente os negros escravizados, utilizando-se de meios e instrumentos de tortura sofisticados.

Após o mito da Abolição da Escravatura ― sim, um mito, pois quando a “Lei Áurea” foi assinada, apenas 5% da população negra no Brasil ainda estava submetida ao regime escravocrata ―, o Estado brasileiro tentou institucionalizar a farsa do discurso da “democracia racial”, dizendo que, aqui, não há discriminação entre negros e brancos.

Além disso, a vinda de imigrantes europeus para o Brasil, custeada pelos cofres públicos, teve como finalidade não apenas substituir a mão-de-obra negra, mas, sobretudo, de praticar a “eugenia”, consistente na eliminação gradual de traços culturais e étnico-raciais de determinada população. Noutras palavras, o governo brasileiro patrocinou o “embranquecimento” do Brasil.

Devo registrar, também, a discordância sobre a opinião da linha editorial de Vossa Senhoria a respeito do “genocídio do povo negro”, tal como anunciado na reportagem do dia 19 de novembro de 2014. A esse respeito, sugiro que acesse o relatório do Conselho de Defesa das Comunidades Negras (CDCN) da Secretaria Estadual da Promoção da Igualdade Racial da Bahia (SEPROMI) para que todos os leitores saibam que, sim, ESTAMOS VIVENCIANDO UMA VERDADEIRA MATANÇA DE JOVENS NEGROS QUE JÁ PODE SER CONSIDERADA, NOS TERMOS DA LEI, “GENOCÍDIO”. Perdoe-me pela necessidade de enfatizar este trecho, mas se o leitor tiver de captar alguma informação, que seja esta.

De acordo com o relatório acima mencionado, o responsável por conduzir o genocídio da população negra é o Estado brasileiro, o mesmo que institucionalizou a escravidão, o mesmo que quis “embranquecer” o Brasil com a vinda de imigrantes europeus, doando-lhes imensas porções de terras, sem, contudo, agir de igual maneira com os negros.

As Organizações das Nações Unidas (ONU), por diversas vezes, já apontaram que o Brasil é um país de alta discriminação racial, perdendo, apenas, para a África do Sul nos tempos de “Apartheid”. Diante de tantos fatores, creio que a opinião de que não há genocídio motivado pelo critério racial deve ser repensada, senão imediatamente corrigida.

No Brasil, o genocídio é tipificado como crime por meio da Lei n. 2.889, de 5 de outubro de 1956, subscrita pelo então presidente Juscelino Kubitscheck. Após detida análise do texto da lei, percebe-se sua defasagem em razão do tempo e das novas formas de se cometer genocídio. Quero afirmar que o Estado brasileiro, além de conduzir a matança de jovens negros, também conduz práticas de genocídio quando, por exemplo, deixa populações remanescentes de quilombo sem nenhum tipo de apoio ou amparo, fazendo com que centenas de comunidades se dispersem. Essa dispersão, por sua vez, ocasiona na perda dos elementos característicos daquelas comunidades, eliminando a cultura, os rituais, o estilo de vida transmitido por gerações e que vêm resistindo a todo tipo de sabotagem ― venceu capitães-do-mato, bandeiras, milícias, traficantes de negros, policiais, a falta de assistência do Estado brasileiro, dentre outros fatores que convergem para a eliminação da cultura negra, donde que É POSSÍVEL

 CONCLUIR, SIM, QUE ESTÁ OCORRENDO A PRÁTICA DE GENOCÍDIO CONTRA A POPULAÇÃO NEGRA NO BRASIL.

Assim, o Dia da Consciência Negra é um dos poucos e valiosos instrumentos para tentar alertar a sociedade brasileira a tentar mudar a postura racista do Estado. “Para não dizer que não falei das flores”, o racismo, que também pode se manifestar através da xenofobia (aversão a estrangeiros), aconteceu na história recente brasileira quando médicos negros cubanos foram repudiados no saguão do aeroporto por pessoas ditas civilizadas. Esses médicos brasileiros atacaram os colegas cubanos não para discutir o mérito de sua competência profissional, não para protestar em função do programa “Mais Médicos”, mas por suas naturezas eminentemente racistas, preconceituosas.

Termino dizendo que a Constituição da República Federativa do Brasil, com seus vícios e virtudes, obriga que o Brasil repudie o racismo e o terrorismo. Ora, a máxima lei brasileira, a Lei Maior de todos nós, compara o racismo ao terrorismo, e acredito que os constituintes não o fizeram a toa, mas sim pela grave intensidade que o racismo surte na sociedade, de tão enraizado que ele se encontra.

Precisamos, portanto, cumprir a meta constitucional de erradicar todas as formas de racismo, preservando as comunidades negras tradicionais e garantindo aos jovens negros a possibilidade de viver, não de serem exterminados e acusados de “tráfico de drogas” sem que haja inquérito policial atestando a veracidade da fala de muitos policiais nas entrevistas de televisão, momento em que muito de nós acreditamos na palavra do Estado a ser transmitida por um agente da lei, o que só reforça o argumento de que o Brasil é um Estado racista.

Cumpre-me, por derradeiro, agradecer o espaço e felicitar a luta de bravos heróis brasileiros que lutaram pela dignidade e liberdade, enfrentando uma sociedade enrustida de racismo e um Estado que só falta se declarar racista, nas figuras do grande e notável Abdias do Nascimento, a cantora Clementina de Jesus, o Min. Joaquim Barbosa (STF), o jurista Luís Gama, o ilustre marinheiro João Cândido (O Almirante Negro), Mãe Menininha do Gantois, o geógrafo Milton Santos e tantas outras negras e negros desconhecidos da sociedade que foram, em algum momento, importante nas nossas vidas e que enfrentaram as adversidades que lhes foram impostas unicamente em razão da cor de suas peles; nossas segundas mães ― a empregada doméstica que, inevitavelmente, tornou-se a mãe-preta de muitos de nós ― professores, ídolos do futebol, esportistas, artistas, músicos, anônimos ou não.

Podemos querer que eles não façam parte de nós, mas a cultura negra integra a gênese brasileira independentemente das vontades individuais e coletivas de grupos recalcitrantes ao reconhecimento dos direitos da comunidade negra de existir conforme suas origens.

Registro minhas homenagens a esta data justa e honrosa que deveria ser muito mais destacada no calendário nacional, convidando a todos os leitores e ao editor-chefe d’O Mandacaru da Serra que, em homenagem ao contraditório, faça constar esta declarada oposição à linha editorial adotada em razão desta Magna Data.

Viva o Dia da Consciência Negra. Viva os que lutaram pelo Dia da Consciência Negra. Viva o sangue negro derramado para construir o Brasil.

 

Prezado Jadher!

 

É bom revê-lo neste espaço. Esclareço que não me posicionei sobre a “causa negra” e sim sobre o conteúdo do material que recebi para divulgar. Não desejo abrir polêmica, mas insisto que genocídio tem conceito definido, no qual não se encaixa a visão sobre o assunto revelada em sua contradita. Mesmo porque exigiria a obrigatória denúncia, inclusive junto aos tribunais internacionais, sob pena de conivência.

No mais, sou afrodescendente, com muito orgulho, como tal vitima constante do preconceito racista. Todavia, antes de tudo, sou brasileiro e vejo que certas posições sobre a questão racial no Brasil, na verdade, escondem, um desejo de separação entre brancos e negros.

No conceito de promoção da igualdade racial, por exemplo, não poderia haver a expressão “povo negro”, que se contrapõe a “povo branco”, “povo indígena” etc. E isso seria um verdadeiro apartheid. Nutro-me do sentimento cristão, para exercer a cidadania e lutar por um efetivo estado democrático de direito em nosso pais.

Raimundo Marinho

Jornalista

 

Atualizado em 18.11.2014

Genilza Brito Santos
genny_brito@hotmail.com

E Deus?

 As pessoas têm de identificar quem é Deus, como Ele é, como Ele pensa, como Ele sente, como Ele age, etc.. Todos os problemas de planetas em evolução, países, empresas e pessoas é esse.  Todo o problema de casa/carro/apartamento/fazenda/ namorado/etc. é este. Caso isso já tivesse sido entendido tudo já estaria resolvido.

Semana passada uma cliente foi atacada verbalmente por um membro de uma religião diferente da sua. Isso prova cabalmente que esta pessoa que atacou não entendeu nada sobre isso, mas sabe exatamente o que significa: Poder. Atacar outra pessoa por causa de religião é pura questão de poder. Não tem nada a ver com religião e muito menos com espiritualidade.

Vejamos o caso de Moloch (Moloch possuía a estátua de um bezerro de bronze com uma fornalha em seu ventre, onde, em honra à divindade, as mães depositavam seus próprios filhos. Para amenizar o horror dessas mães, os sacerdotes cuidavam para que as trombetas fossem tocadas bem alto afim de que não se ouvisse o choro infernal das crianças sacrificadas).

Esse é um deus com um culto muito antigo na Terra. É muito importante prestar atenção quando se escreve Deus com letra maiúscula e deus com minúscula. São coisas completamente diferentes. Esse deus Moloch exigia o sacrifício humano de crianças, bebês, que deveriam ser jogados num forno em chamas.

Seu culto sobrevive até hoje. Não é divulgado abertamente, mas continua até hoje. A característica de deuses como Moloch é serem deuses vingativos, ciumentos, sanguinários, que gostam de sacrifício humano, que mandam mutilar, que mandam matar, invadir a terra dos outros e matar todo mundo, etc.. São deuses de poder. Provocam sofrimento e querem sofrimento.

Alimentam-se de sofrimento. São deuses que usam a energia gerada pelo sofrimento ou medo. A lista desse tipo de deus é longa. São muito populares na humanidade. Sempre foram. Sua motivação é o poder. Desta forma, todos que querem poder também são atraídos por ele. Essa é a razão de um culto durar milênios.

Será que as pessoas sabem distinguir quando estão cultuando um deus desse tipo ou o Deus de Amor? Como distinguir isso? Fácil. Pelos atos das próprias pessoas do culto. Se a pessoa tem amor, ama e faz o bem incondicionalmente, ela está ligada ao Deus de Amor. Óbvio ululante. Se, ao contrário, a pessoa ataca outra, seja de que forma for, é óbvio que ao outro tipo de deus. Como não enxergam isso? Porque não pensam.

Seguir cegamente é típico de não-pensar. Somente assim temos esses ataques, que podem ser verbais, de grupos, de países, guerras religiosas, Inquisição, etc.. Caso essas pessoas pensassem e analisassem com calma, buscassem dados, lessem muito, buscasse a verdade pura e simples, elas descobririam que estão seguindo a Moloch.

E se querem seguir Moloch com livre-arbítrio, o problema é delas. Existem consequências, é claro, mas neste caso é consciente o que fazem. O problema é a inconsciência. Quando se pensa que se está seguindo o Deus de Amor e na verdade é ao outro. É impossível fazer confusão quanto a isso.

Se a pessoa xinga a outra, como não enxergar que é raiva e ódio o que sente? Como ser inconsciente disto? E achar que segue o Deus de Amor? É pura ignorância. E o pior é que não querem aprender, pois toda pessoa que tentar ensiná-las é tratada como inimiga.O fanatismo é uma tragédia. Quando ele entra por uma porta a razão sai pela outra. E aí temos todas as conseqüências do ódio.

As questões levantadas no inicio desta postagem podem ser respondidas por causa do seguinte: tudo que existe tem a mesma essência no nível mais profundo de si. O Amor permeia tudo. Está em tudo. No nível mais profundo. Para senti-lo é preciso ter consciência expandida. É uma questão de percepção.

E percepção é uma coisa complicada para os humanos. Haja vista que um camarão tem mais percepção da realidade que um humano, por exemplo. Para desenvolver a capacidade de amar é preciso expandir a consciência para abarcar cada vez mais a realidade. Até chegar à Realidade Última: Deus, O Todo.

Quanto menos consciência, menor a capacidade de amar e maior a capacidade de odiar. Na razão direta e inversa. À medida que essa capacidade de amar, de compreender a realidade se amplia mais unido se está com Deus. É uma comunicação íntima entre dois seres: o humano e Deus. Sendo que na realidade não há separação alguma entre eles.

Lembra-se que só existe uma Única Onda no Universo? Tudo é uma coisa só. Essa união com Deus expande-se sem parar se a pessoa deixar. Ela tem o livre-arbítrio e decide isso. Quanto maior a união, maior a felicidade, quanto menor maior, o sofrimento. Essa união só pode ser desenvolvida num relacionamento íntimo entre o humano e Deus.

Um relacionamento pessoal. Quando a pessoa se volta para dentro de si e encontra a Centelha Divina. Deus dentro dela. Quando a pessoa sente isso a comunicação aconteceu. Não é um fato mental. Pelo mental não se chegará a Deus. Somente pelo Amor, pelo sentimento. Pois Amor, em principio, é um sentimento. Depois a pessoa pode raciocinar sobre o amor, mas, primeiro, tem de senti-lo.

É por essa razão que é tão difícil os seguidores de deuses do tipo Moloch entenderem como são as pessoas do Deus de Amor. Com o aprofundamento dessa união, cada vez mais a pessoa sente como Deus sente, pensa como Deus pensa, age como Deus, etc.. Isso dentro da capacidade humana de sentir. Aqueles que sentiram um vislumbre do que é o Amor Incondicional de Deus, nunca mais são os mesmos.

É um sentimento e uma emoção arrasadora. Mas, para isso é preciso querer. É preciso estar aberto para isso. Exige catarses sem parar para limpar o instrumento para ser tocado por Deus. Para entrar em fase com Ele.

Somente com uma enorme elevação de freqüência é possível se comunicar com Deus. E essa freqüência é o Amor. Não é a razão. É por esta razão que as religiões que seguem deuses tipo Moloch são religiões mentais, racionais. Óbvio. Quando a pessoa segue o cérebro reptiliano, complexo-R, e não analisa o que faz pelo neo-cortex, ela inevitavelmente seguirá um deus do tipo Moloch. Não há outro jeito.

É puro poder o interesse do cérebro reptiliano. E poder é o contrário do amor. O amor é dar sem esperar nada de volta. Dá porque é sua essência dar. Sem condições. Portanto, por pura lógica, quem ataca outra pessoa por causa da religião ou crença é um seguidor de Moloch. Entenda isso ou não. É por isso que se conhece a árvore pelos frutos. A única maneira de conhecer a árvore é pelos frutos. E a árvore dá os frutos de acordo com a consciência que tem.

Quando a união com Deus chegou num ponto que pode dar frutos, eles não se fazem esperar. É nessa hora que aparece a não-aceitação do mal. A não-compactuação com os que fazem o mal, com os que manipulam, com os que exploram, com os que suprimem a verdade, com os que geram as doenças, fomes, misérias, desempregos, exploração, guerras, etc..

É preciso dar uma prova prática do Amor a Deus. Isso não pode ser retórica. Papo furado. Isso tem de aparecer na vida prática. Com atitudes de não aceitar, não pactuar com o mal. E para isso é preciso ter consciência do que é o mal, de como ele age, de como ele pensa. Senão é pura visão romântica da vida. Caminhando direto para o matadouro. Servindo como bucha de canhão para os seguidores de Moloch. Ou implementando políticas que destroem a civilização humana. Mais uma vez. É chegada a hora em que todos terão de se posicionar. Ou estão de um lado ou de outro. Não há mais muro para ficar em cima.

Hannah Arendt escreveu sobre a banalidade do mal. O que ela quis dizer é que o mal é considerado como algo banal. Sem maior importância e consequência. O filme sobre sua vida é extremamente instrutivo sobre a consciência humana.

Para se entender a profundidade do que ela disse é preciso entender como é a realidade do universo. A realidade é a consciência. Tudo que existe tem como fundamento último a consciência. Tudo é consciência e tudo tem consciência. Nos mais variados graus. Desde a mínima autoconsciência até a consciência do Todo.

Não há nada fora desta única consciência. A consciência permeia toda a realidade. E existe um campo eletromagnético que atrai tudo que a consciência tem como conteúdo. Inevitavelmente. Em todas as dimensões da realidade. Sem importar o tempo passado, presente ou futuro. O tempo é irrelevante.

O problema de ver o mal como banal é que atrairemos esta mesma situação para nós mais cedo ou mais tarde. A consciência de cada ser cria a realidade deste ser. A consciência é a realidade. Este é um fato. Se a pessoa entende isso ou não é irrelevante. Na prática da vida diária ela pode comprovar isso. Todos os dias e todos os instantes. Basta por um conteúdo na consciência que ele se tornará realidade.

Se não quiser que isso vire realidade basta dizer mentalmente “cancelado” e trocar para outro tipo de pensamento/sentimento. Tudo que sentimos será trazido para a realidade diária, mas cedo ou mais tarde. O tempo não importa. Lembremos disto ou não.

Todo ser autoconsciente pode decidir o que quer ter na sua consciência. Para isso ele pode analisar o que pensa e sente. Isso é ser autoconsciente. Ser capaz de avaliar o que está pensando e sentindo. E mudar isso para que seja melhor para si mesmo. E pelos resultados práticos a pessoa pode ter certeza de tudo que está sendo dito aqui.

Vejamos um exemplo. Uma pessoa trabalha e ganha. Só que por mais que ganhe sempre está na fronteira da sobrevivência. Só tem dinheiro para sobreviver. A vida inteira isso acontece e a pessoa não entende o que está errado. Geralmente a pessoa pensa que o problema é externo à ela.

Se analisarmos o que ela vivenciou quando criança, o que escutou dos pais e parentes, o que viu eles fazendo, chegaremos facilmente a entender o problema dela. Quando criança ela escutou inúmeras vezes que a vida era uma luta pela sobrevivência e que só ganhavam para sobreviver. Isso ficou gravado profundamente na mente dela.

E como a consciência se manifesta na realidade ela criou essa realidade a vida toda. Até entender isso e mudar de estado de consciência. Isto é, mudar a crença que tinha sobre a vida e o dinheiro. Perguntando para essa pessoa qual a importância que tem um carro ou uma casa para ela, a resposta foi que não tinha importância. Essa resposta mostra como ela só quer sobreviver. Só que nem respondendo assim ela não percebia o quanto rejeitava tudo e só queria sobreviver.

Agora atentem para o detalhe. Ela reclamava que não tinha dinheiro na quantidade que queria. Só que lá no fundo da consciência ela não queria ter, já que acreditava somente na sobrevivência. Mas, continuava reclamando que não tinha dinheiro. Bastou uma conversa de alguns minutos para resolver isso. Bastou analisar o que ela ouvia na infância e mostrar que a atitude dela como adulto coincidia exatamente com a crença da sobrevivência. E o problema foi resolvido.

É exatamente isso que acontece quando a pessoa diz que não está sentindo nenhuma mudança na vida prática. A mudança só acontecerá quando mudar o conteúdo da consciência. O que a pessoa acredita que é a vida. A questão é que a resistência à mudar o estado de consciência é tremenda.

Rever as crenças sobre a vida é de fundamental importância. A vida da pessoa é exatamente o que ela pensa que deve ser. Tudo que ela pensa e sente se torna real na vida dela. Mais cedo ou mais tarde. Se algo não dá certo basta olhar para dentro e perceber o que sente. Isto é autoconsciência. Sentir que sente. Para que a vida prática possa mudar é preciso mudar a forma de pensar/sentir.

Mudando isso inevitavelmente o resultado aparecerá mais cedo ou mais tarde.  Por isso é preciso paciência até que a energia criada anteriormente possa ser mudada para a nova energia. O novo estado de consciência. Paciência é a chave do sucesso em qualquer coisa. E isso é o contrário de ansiedade e pressão.

Sempre que se coloca pressão para se obter algo o resultado é contrário. Porque? A ansiedade é medo do futuro. Quando emanamos medo atraímos exatamente isso. O que tem dentro da consciência da pessoa? Medo de algo. É isso que atrairá. Tudo que está na consciência por um tempo determinado acontecerá. Não se pode elaborar na mente algo sem que isso seja criado na realidade.

Caso não queira isso é preciso cancelar o pensamento imediatamente. Dá trabalho fazer isso? Com certeza, mas é a única forma de controlar o que se cria. Pensar exatamente no que se quer criar. A entropia psíquica é inevitável caso não se controle a mente. Entropia é a perda de energia; a tendência à desordem. É por isso que se deixarmos a mente sem controle os pensamentos negativos aparecem imediatamente.

Controlar a mente é a única solução que existe. Um único pensamento cria a realidade. Mais cedo ou mais tarde. Um único pensamento que tenha 100% de certeza de que é real. De que está criado. De que está feito. Então basta soltar tudo e trabalhar com todas as portas que se abrirem. Tendo certeza de que está feito e virá no devido tempo. Sem ansiedade e pressão.

E esta é a questão. Quando se sente que se tem de ganhar de qualquer jeito está se criando exatamente o contrário. A pressão de ter que ganhar impede que se ganhe. Se um vendedor entender isso não há limite para o que pode ganhar. Não por pressão em nada. Porque isso é contraproducente. Acontece o contrário. Para que por pressão se basta um pensamento/sentimento para criar a realidade?

Mas, quando se quer que a realidade se transforme instantaneamente isso não acontece. Porque não é assim que funciona o universo. Tudo que foi criado anteriormente precisa ser resolvido. Limpar a energia. Para que uma nova realidade possa surgir no lugar. E sempre é preciso avaliar o que se tem realmente na consciência que está criando aquilo. Basta fazer uma lista de tudo que se acredita, gosta ou rejeita, para se saber o que se acredita. Em todas as áreas da vida.

Quando há resistência à mudar alguma coisa na consciência a pessoa faz muita força para que isso não mude. É o que se chama “puxar o freio”. Isso é feito de forma consciente ou inconsciente. Não importa. A pessoa faz isso e o resultado aparece imediatamente. É o que acontece quando se fala que nada mudou ou que nada sentiu.

Quando entra energia é impossível não mudar ou sentir. Toda informação é energia e toda energia é informação. Como tudo tem de crescer e evoluir o que cada um tem de fazer é facilitar esse processo inevitável. Porém, quando se quer ficar na zona de conforto e mudar as condições de vida ao mesmo tempo está criado o impasse. Esse impasse é o "puxar o freio”.

É quando se resiste ao crescimento. E isso é a coisa mais comum que existe. Vejam o estado da humanidade atual e percebam o quanto é a resistência ao crescimento e evolução. E tudo isso só depende do estado de consciência. Os conteúdos da consciência. Sugiro a leitura do livro “O eu e os mecanismos de defesa”, de Anna Freud.

Existe um assunto que é um exemplo perfeito de resistência à evolução. Está descrito detalhadamente no livro “Os senhores do clima”, de Tim Flannery. Neste livro você pode ver que apesar de toda a ciência mostrar a raiz do problema, mesmo assim a humanidade resiste à fazer qualquer coisa para resolve-lo. E todos já podem sentir o início das consequências. E mesmo assim é como se o problema não existisse.

Quando a informação entra na consciência, seja através dos olhos, ouvidos ou de uma onda de informação, a própria consciência da pessoa deve deixar passagem para essa nova informação se assentar na própria consciência. A pessoa precisa estar aberta para novas informações e novas consciências da realidade.

Se vocês assistirem ao filme “Hannah Arendt”, verão isso acontecendo no momento em que ela está assistindo ao julgamento e seu olhar vai mudando à medida que ela percebe como o mal é visto como uma coisa banal. A mudança do olhar dela mostra a informação entrando e se assentando. Ela mudou neste instante. Sua consciência ganhou mais complexidade neste instante. E quando ela saiu da sala sua visão de mundo tinha mudado. Ela tinha entendido como os outros pensam que é o mal. Uma coisa banal.

Portanto, basta que a pessoa faça uma auto-analise do que acredita sobre o mundo, a vida, e saberá instantaneamente o que está errado com ela. Porque não consegue os resultados que quer. Ela está conseguindo exatamente o que tem dentro da sua consciência. Existem eventos acidentais? Existem, mas são a exceção, que confirmam a regra.

Basta lembrar que não existe tempo para a consciência. Passado, presente e futuro não importam. É um continuum. Mesmo que a pessoa não se lembre. Mas, se a pessoa olhar para dentro verá que a semente daquilo está plantada lá no fundo da consciência. Mudando isso muda tudo. No devido tempo. Sem pressão e ansiedade.

Existe um recurso de valor inestimável para toda pessoa. É o contato direto com o Todo. Deixar que a intuição flua sem impedimentos. Para isso é preciso silenciar a mente por alguns momentos. Deixar a racionalização de lado e ouvir o sussurro sutil da intuição. Que é a orientação do Todo. Isto é infalível. Só que para “ouvir” isso é preciso deixar o ego de lado. Caso contrário o risco é enorme de ser uma racionalização.

Quando uma pessoa quer fazer algo e não sabe que decisão tomar é muito fácil racionalizar para decidir pela opção do ego. Que é fazer o que é mais agradável para o ego. Continuar na zona de conforto, não trabalhar, não estudar, etc. Tudo que impede o progresso. Por isso existe tanta dificuldade em sentir a intuição.

Sem optar pela evolução pessoal decididamente é impossível sentir a intuição. Silenciar a mente é parar momentaneamente com o “tagarelar” incessante da mente que pula de um pensamento para outro sem cessar. São 70 mil pensamentos por dia. Numa atividade frenética. Aquietando isso logo vem à tona a “voz da intuição”. É um sentimento.

Sente-se que aquela é a melhor forma de resolver o problema. Essa “voz” está à disposição o tempo todo. É a voz do Todo emergindo dentro dos microtúbulos das sinapses. Todos contam com a orientação do Todo o tempo todo. É uma decisão de cada um escutar ou não.

Adaptar-se às circunstâncias da vida é outra coisa fundamental. Tudo muda o tempo todo. Isso é normal. Essa adaptação é indispensável para a evolução. Se não mudarmos quando é preciso estamos pondo pressão para obter algo. É o salto quântico. Adaptação. Podem ver que sempre o ego é a questão principal. Abandonar as pretensões do ego é o que se chama de sabedoria. Soltar o ego. Deixar os interesses do ego de lado e fazer o que tem de ser feito.

Isso é evolução. E o que é o ego? Uma crença. Exatamente outra das crenças que impedem o progresso da pessoa. Quando a pessoa deixa de pensar nos interesses do ego ela enxerga claramente o ego e como não fazer o que ele quer. E desta forma evoluir.

Ninguém perde a identidade própria, mas o ego não é essa identidade. A identidade é a realidade última. E é nesta realidade última que está toda a solução dos problemas da pessoa. Só que esse é um longo caminho para a pessoa trilhar. Entender que o ego é uma crença é a crença mais difícil de se deixar de lado.

O ego é uma construção mental. Ele não é a realidade. É a persona que usamos na vida prática. O papel que se desempenha socialmente. Quando isso é abandonado a pessoa “brilha”. É o que acontece com os grandes artistas. Eles deixam a realidade última atuar na vida deles e por isso “brilham”.

 

Kássius Clay Aguiar
softcellxxi@yahoo.com.br

Jornalista, em nome da minha mãe, Nilza (Tia Pia), meus tios, netos e bisnetos, agradecemos pelas matérias de nossa mãe, avó e bisavó, Judite Rosa de Jesus, apesar da dor da perda, somos gratos a Deus por ter dado a ela 98 anos de vida, mais uma vez agradecemos pela lembrança

 

Atualizado em 09.10.2014

Letícia Ramos Marinho
leticiarmarinho@yahoo.com.br

Bom dia!

Senti-me tão revoltada com o ocorrido de ontem (07/10/2014) que não consegui fica sem fazer nada. Então, escrevi umas poucas palavras e encaminhei para a Ouvidoria do Estado da Bahia (nº654281 registro na ouvidoria) e gostaria de compartilhar com quem mais pensa como eu. Se for interessante ao site ser a via para compartilhar este manifesto, como o site do governo do estão chamou, segue o meu desabafo:

Bom dia! Gostaria de compartilhar com vocês de uma experiência a qual passei no dia de ontem (07/10/2014). Sou natural do interior do estado e resido na cidade de Salvador, mas meus pais continuam vivendo lá, então é natural que eu vá vê-lo e o contrário também. No entanto, quando minha mãe tenta fazer uma viagem, sai de sua cidade de origem é pega por uma greve dos rodoviários na cidade vizinha (Brumado), não podendo seguir viagem e me deixando louca por estar longe e ter que administrar essa situação. Ah! Vale lembrar que estão falando de uma idosa!!

Há anos a cidade de Livramento é refém de uma única empresa de ônibus a qual diz prestar serviço lá. É inadmissível temos tantos cidadãos que pagam seus impostos corretamente ter que se submeter aquilo que se diz chamar de empresa, neste caso estou falando da empresa Novo Horizonte.

Confesso que não sei exatamente como funciona esse processo de concessão para explorar este tipo de serviço, concedido pelo Estado. Mas enquanto cidadã não tem como não escrever estas poucas palavras e não precisar esperar passar mais 4 anos para que as coisas mudem. Acredito que cidadania se expresse assim também, ou pelo menos quero crer nisso e não apenas pelo voto!!

Por gentileza a quem compete ver tal item, e peço desculpa se estou usando o canal de comunicação errado! Avalie a possibilidade de expandir a concorrência das empresas de ônibus para o interior, pois isso não é uma peculiaridade da minha cidade, o interior inteiro que depende da Novo Horizonte sofre com os abusos deles, tanto no que tange a horários, preços e qualidade de atendimento, pois todos os dias que uma pessoa precisa entrar naqueles ônibus correm risco, pois as condições da frota é PESSÍMA!!

A concorrência é saudável tanto para o mercado, quanto para os usuários do serviço. Mas confesso que acordar e com o passar do dia de ontem, não foi nada agradável ter que passar o dia inteiro trabalhando e tendo que resolver um problema desse, de longe, pois a minha mãe se tornou refém numa cidade longe da que ela reside e não conhece ninguém para ajudá-la.

Espero sinceramente que alguém pelo menos leia este desabafo, pois é triste nascer, crescer num interior ceio de dificuldades ter que “vencer na vida” e ter que continuar sendo refém do “sistema”.

 

Valdivino João
buiutelecomunicacoes@gmail.com

Parabenizar o senhor pelas matérias, seria um pleonasmo, redundância, o obvio. Pena que tenha pouco alcance seus comentários. Se eu morasse em livramento faria panfletagens de suas matérias. Sou ME em SP, mas nasci na Barrinha, meu pai nunca teve casa.

 

Hélio Abreu
heliogabreu@gmail.com

(Repassando mensagem de Jose Norival Carneiro de Oliveira -
norivalcarneiro@hotmail.com, com o comentário abaixo, de
Luiz Augusto de Santana, advogado OAB/BA 8.371)

A OAB do DF não tem vaga para Joaquim Barbosa

Dr. Joaquim Barbosa, venha para a OAB/BA. Com certeza, aqui tem um lugar para quem é ético e probo no exercício desta difícil profissão que é ser advogado, mas que foi exaltada por muitos brasileiros ilustres que deixaram seu nome na história deste país como exemplo de competência e de dedicação a ela. Seu nome, ministro, já está na história, acredite, e não vai ser um ou outro colega que não honra a toga que vai lhe tirar esse lugar.

Segue a mensagem repassada:

A OAB do Distrito Federal não tem vaga para Joaquim Barbosa.
Os motivos são dois: vergonha na cara e excesso de altivez

Joaquim-Barbosa-Foto-Nelson-Jr-STF1

Além de admiráveis mestres do Direito, juristas de fina linhagem e profissionais que amam a Justiça acima de todas as coisas, a Ordem dos Advogados do Brasil abriga bacharéis de quinta categoria, doutores em patifarias, rábulas mequetrefes, vigaristas de porta de cadeia, pombos-correio de organizações criminosas, analfabetos funcionais, coiteiros de matadores, estafetas de narcotraficantes, gigolôs de extorsões trabalhistas, achacadores de agentes carcerários, contrabandistas de celulares, estupradores da lei, chicaneiros compulsivos, josés-dirceus e outras ramificações degeneradas da tribo que tem nos tribunais seu habitat. Todos são portadores da carteirinha da OAB.

É tão portentoso e prolífico esse agrupamento de obscenidades que vai minguando o espaço ocupado pelos que simplesmente advogam — ou pretendem advogar, como Joaquim Barbosa. Nesta terça-feira, o país foi surpreendido pela notícia de que a OAB do Distrito Federal fechou as portas da entidade ao ex-ministro do Supremo. Presidente da seccional brasiliense e responsável pelo veto, um certo Ibaneis Rocha decidiu que Barbosa não merece exercer a profissão de advogado. Motivo: “falta de idoneidade moral”. O episódio infame confirma que certas manifestações de covardia exigem mais coragem do que qualquer demonstração de bravura em combate: Ibaneis, admita-se, esbanja ousadia.

O que falta ao relator do pedido de carteirinha é a vergonha na cara que sempre sobrou ao relator do processo do mensalão.

(Fonte: Coluna do Augusto Nunes, acessível em http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/nao-ha-vagas-na-oab-de-brasilia-para-joaquim-barbosa-motivo-excesso-de-vergonha-na-cara/)

 

 

Atualizado em 24.09.2014

Kleber Chaves
kleber.ksc2@gmail.com

Prezado Raimundo Marinho,

A Diocese de Livramento de Nossa Senhora promove no próximo dia 28 de Setembro, Domingo, na Paróquia de Nossa Senhora das Graças, bairro Recreio, (próximo a Praça do Gil), em Vitória da Conquista - BA, o “1º Encontro dos Jovens Estudantes da Diocese de Livramento em Vitória da Conquista”.

Tendo em vista que muitas famílias dos jovens, quando não estes mesmo, acessam com frequência o site “O Mandacaru”, pedimos a veiculação desta informação. Sendo possível compreender um pouco melhor a intenção da Diocese, bem como o processo de inscrição dos próprios jovens através do link:

http://diocesedelivramento.blogspot.com.br/p/blog-page_5.html

Ainda sugerimos a seguinte imagem para veiculação:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=535370469926326&set=a.153867121409998.32997.

Agradecemos a atenção e colaboração.

 

Atualizado em 13.09.2014

Wildes Dias Ramos
wdr-sn@hotmail.com

Gostaria de saber se a mulher do prefeito de livramento é a dona do hospital desse municipio se é ela que mantem os médicos de la para autorizar alguém a fazer uma consulta médica. Olha o nivel dos funcioários publicos que prestam serviços para nossa cidade, todos treinados pelos politicos a darem preferência de atendimentos aos que votaram nele. Em pleno século XXI temos que depararmos com isso.

 
Antônio Luz
aluzs@hotmail.com.br

Raimundo, "o poder das primeiras damas " Muito bom, vejo que agora você está vendo que Livramento não tem é Homem, gostam é de ficar nos botecos falando mal, mas não reagem, é isso mesmo o PREFEITO só foi na Prefeitura duas vezes, não tem voz ativa nenhuma, pois não conhece o povo de Livramento tudo é MADAME NETE quem manda. Perdemos o campo de Aviação, perdemos a CASA DE ESTUDANTE, vai sair riço porque ninguém fala nada. A situação política ele sabe que não está boa, veja que todos os cargos de EMERSON foram entregues mas ele não está nem ai. Você Marinho calou o LPML é site oficial da PML, o LIV Agora também calou eu tiro o chapéu para esse prefeito eta baixinho esperto, manda mesmo NETE saia rica que o povo logo logo esquece.

 

Rosangela Alves
rosangela.andre@ig.com.br

Senhor Raimundo,

Da forma como vem atuando na Gestão municipal, o próximo pleito, em Livramento será idêntico ao de 2012, no Município vizinho, Dom Basílio, em que o Prefeito, caso for tentar a reeleição, não terá votos suficientes para eleger um Vereador. Atentos, os situacionistas no Poder (como este Vereador oportunista, tipo mula-Jegue de Presépio da Estocada, citado na sua reportagem sobre as Lagoas) já estão cogitando a volta do eterno “Dunga” do povo livramentense qual seja Dr. Emerson, que conseguiu esconder da maioria até seu enquadramento na ficha suja nos últimos oito anos, alegando que havia encerrado a carreira, mas cuidando de permanecer no Poder e nos palcos, lançando a própria esposa candidata. Derrotado, para não se afundar, grudou feito uma Rêmora, ao Governo do PT na Bahia e atualmente está na espreita, preparando as nadadeiras para se alojar ao futuro Tubarão da Bahia – Paulo Souto. Se diversas “Raposas velhas da Política” voltaram depois de terem aprontado contra o “povinho brasileiro”, porque as “Aves de Rapina”, também, não conseguem voltar? Infelizmente o nível do eleitorado de Livramento não está acima da média nacional.

 

Lurdes Silva
lurdessilvas @bol.com.br

Na estrada do Passa Quatro, oito meses atrás, houve uma colisão de um caminhão a um poste. Rapidamente a concessionária de energia elétrica providenciou a substituição do mesmo, restabelecendo seus serviços, mas…

- Oito meses depois a iluminação pública, fundamental na área, não foi recolocada.

- Oito meses depois a população continua pagando a taxa de iluminação pública, contudo não é beneficiada pela prestação do serviço;

- Oito meses depois as pessoas, principalmente a pé, têm que antecipar a volta para casa, com medo da violência;

- Oito meses depois pessoas, alunos em especial, alguns até em curso técnico particular, tem que perder aulas para evitar ser vítima de violência na área.

Várias foram os contatos com o setor responsável na administração municipal, porém a mesma continua insensível com as reivindicações dos moradores, de recolocarem um ponto de iluminação pública, como antes existia Até mesmo a esperança de que no período eleitoral fosse restituída a iluminação pública no local não está se concretizando.

Fica a dúvida: O que está sendo feito com o valor arrecadado com a taxa de iluminação pública, se uma lâmpada para beneficiar uma comunidade não é colocada?

 

Sérgio Santos
zune63@gmail.com

Tenho percebido que as insinuações contra pessoas em cargo político são tratadas com politicagem, o que um homem de bem pode fazer para ser tratado com respeito? O que nos faz melhores? Me perdoem, pois não tenho o dom das palavras.

 

SINDSERVDB Dom Basílio
sindservdb@gmail.com

O SINDICATO DOS SERVIDORES PUBLICOS MUNICIPAIS DE DOM BASÍLIO VEM SOLICITAR O APOIO DESTE RENOMADO ÓRGÃO DE IMPRENSA NO APOIO A NOSSA LUTA !!! HTTP://SINDSERVDB.BLOGSPOT.COM.BR/2014/09/ASSEMBLEIA-DO-SINDSERVDB-05092014.HTML

 

 

Atualizado em 01.09.2014

José de Castro Meira
c9meira@gmail.com

Caro Raimundo:
Receba meus sinceros agradecimentos pela carinhosa nota publicada neste jornal, em que registra o falecimento de meu saudoso pai que, como você bem disse, sempre manteve laços de amizade com seu pai, meu estimado amigo Humberto, a quem sempre se referia simplesmente como Beto. Faltou acrescentar, não sei se por excessiva modéstia, que ele tinha especial admiração por você, pelo seu talento e dedicação às coisas de Livramento. Suas palavras serviram de bálsamo neste momento em que nossa família sofre a perda, que não é só nossa, mas dos muitos amigos que conquistou em sua passagem pela terra.
Que nosso Pai Celeste sempre o guarde e o ilumine para prosseguir na sua jornada, com o brilhantismo de sempre. Um abraço agradecido do conterrâneo e amigo, José de Castro Meira.

 

Marcio Oliveira
marciocajado@hotmail.com

Respondendo ao amigo Williton Assunção Trindade Rodrigues em relação ao asfalto , amigo, O Derba que esta realizando a obra, deixou uma vantagem de espaço de 1 metro entre o meio fio e a pavimentação para escoamento das águas, isso se deu a encostas , como na entrada da cidade existe um bueiro, não há problema, pois as águas ficaram escoadas nos canteiros laterais, ontem estive em contato com um engenheiro que me disse ''não há problema, esse mesmo procedimentos foram feitos em outras cidades, até maiores do que Livramento'' Grato!

 

Atualizado em 27.08.2014

Williton Assunção Trindade Rodrigues
w.trindade17@gmail.com

Olá Raimundo Marinho, tudo bem? Meu nome é Williton, tenho 22 anos sou livramentense de nascimento, entretanto, sempre morei no interior de São Paulo desde meus 9 meses de vida.

Li a sua matéria a respeito do asfalto que chega a Livramento mas surgiu-me uma dúvida: para onde vai correr a água da chuva? Digo isso porque na cidade de Livramento quase não há bueiros como pude observar quando estive aí há uns anos.

Sei que o asfaltamento por enquanto será apenas em uma parte da cidade, mas se um dia toda a cidade for asfaltada para onde a água será evacuada?

No bairro Estocada, onde minha vó paterna mora, não há um bueiro sequer!
Não sei se a colocação desse problema é legítima mas espero que o asfaltamento da cidade esteja sendo feito de forma planejada.

Se puderes investigar esse problema que levantei agradeceria muito.

 

Antônio Carlos Ribeiro
ancarri@veloxmail.com.br

Caro Raimundo. Estamos ouvindo aos quatro cantos a séria crise financeira que está abalando os pilares estruturais de Livramento, junta-se a crise econômica nacional, a inércia da economia baiana, a seca e por fim, a insegurança hídrica em nosso município, uma escassez de chuvas que já dura uma década. A fruticultura livramentense é conhecida em todo território nacional, como atesta um artigo muito interessante do Agrônomo da ADAB Weber Aguiar em uma pesquisa feita para o seu Mestrado, realizada na CEAGESP e algumas feiras livres na capital paulista, onde foi verificada a preferência por frutas baianas e em especial do polo Livramento/Dom Basílio, polo esse que empregava milhares de pais de família durante vários meses do ano e ainda importava colaboradores de outros municípios vizinhos, atraia olhares e investimentos de vários estados, ou seja, era a vedete da fruticultura tropical no Brasil. Tudo está ruindo, estamos vendo acontecer na caatinga o mesmo que houve na área do cacau no sul baiano, e aí ? soubemos que a ADIB, na pessoa de Romão procura algumas alternativas, mas sozinho ? onde andam os políticos influentes, os Desembargadores e Juízes Federal ? onde se encontram os megaempresários e até a sociedade civil ? e os órgãos ligados a agricultura e afins ? será que influência e prestígio só servem para alimentar o ego? Será que o crescimento pessoal em qualquer atividade não pode ser compartilhado em prol do meio em que vivemos? será que somos tão egoístas que o bem comum possa nos incomodar? vamos assistir a essa bancarrota sentados em nossas zonas de conforto ou vamos acordar e salvar a mais bela cidade (e município) do sertão baiano?

Muito obrigado Raimundo, mas cobramos de você também, como jornalista formador de opinião e postura de isenção pode muito bem adubar esta ideia e criar meios e elementos para derrotarmos esta temerosa situação.

Meu caro Antônio!

Se puder reler tudo que já escrevi e rever tudo que já falei sobre o assunto, nos últimos anos, verá que sempre fiz minha parte, desde que o Perímetro Irrigado do Brumado foi deformado, tomado dos colonos originais e criminosamente transferido para pessoas alheias à atividade rural (comerciantes, políticos etc.).

Com isso, o sistema tornou-se predador, como predador é a agricultura comercial. Dado ao sucesso comercial da fruticultura, surgiram a usura e o plantio de mais área do que nossa região, coração do semiárido baiano, poderia suportar. Plantou-se mais do que a capacidade hídrica da região. Assim, secaram o manancial artificial e até o lençol freático.

Temo que dias muito piores virão, pois os produtores e os políticos não estão nem ai para o sofrimento que advirá para o povo em geral, enquanto, certamente, se mudarão para onde poderão novamente se darem bem. Digo isso porque a solução seria resgatar o projeto original do DNOCS, o que significaria sair, hoje, de uma área plantada de cerca de 20 mil hectares para 5 mil hectares, estes adequados à oferta de água disponível.

Se continuar do jeito que estar, vamos ficar sem água até para beber, pois a barragem de Rio de Contas vai secar e morrer, assim como já aconteceu com a do Rio do Paulo. O que já escrevi sobre o assunto, fazendo críticas e alertas, dar para fazer pelo menos uns 10 livros. Fiquei e continuo falando sozinho!

Raimundo Marinho
Jornalista

 

 

Atualizado em 24.08.2014

OAB-Brumado/Presidência
oabbrumadopresidencia@outlook.com

Desativação da Comarca de Rio de Contas‏

Prezados(as) colegas,
 
Estarrecido com a aprovação, pelo Tribunal de Justiça da Bahia, da extinção da Comarca de Rio de Contas (disfarçada de incorporação), promoveremos uma grande manifestação no dia 25/08/14 (segunda-feira), às 10:00h, na Praça Matriz (Praça Maestro Esaú Pinto) em Rio de Contas – em frente ao antigo Fórum da referida Comarca, para tratar desse importante assunto e traçarmos as estratégias para reverter tamanha aberração.
 
Estarei presente e gostaria de contar com a participação de todos os(as) advogados(as) para combatermos esse absurdo!
 
Osvaldo Luiz Laranjeira Bastos Jr.
Presidente da 21ª Subseção - BA

 

José Edvaldo
e.ed@bol.com.br

Nossa "Livramento"... esta saudade que agita em meu peito me leva de volta ao sertão, como o canto de algum sabiá, conta prosas e as historias de lá, como quem se confessa com Deus através de uma oração, onde o sol queima tudo pra ver e a vida consegue nascer, mesmo que seja por meio das pedras sem chuva e sem regação... Sei que o rio navega pro mar, sei que o sonho não pode morrer, é por isso que tem certas coisas que a gente não pode esquecer: como o carro de boi gemedor, como o desabrochar de uma flor, como o sol por traz das montanhas dizendo que vai dormir, andorinhas bailando no céu, cantadores cantando cordel, são raízes da terra da gente que agente não tem aqui. ...as lembranças que Livramento me traz agora, os colegas de infância, Nando, Toin, Déli, Gina, Marleide, Claudete, Jairo, os irmãos Marcelo e Ricardo, Io de Iaia, Ivonilton, Leu, Gau, Xão, Dora, meus pais Didi e Deinha (eternos apaixonados desde os bailes da Associação), a missa nas manhãs de domingo, o cinema nas tardes de domingo, as feiras de sábado que eu tive a ideia de vender "ki suco gelado" para os feirantes e ter din din para pagar sorvete para minha paquerinha no cinema de domindo.. rss, ali aos meus 6 aninhos descobri meu tino comercial e depois passei e fabricar carrinhos de madeira, pipa, e outros brinquedos artesanais e vender para amiguinhos ...rss, uma lição determinação que vale ate hoje... a bela festa de São Joao na Rua do Areião, as brincadeiras no Tomba, o pão quente de todas as tardes na padaria do seu Regi, o irresistível sorvete do Rocha, o Taquari, as paquerinhas na praça central, a linda gruta no jardim da igreja, a gostosas tardes na biblioteca, festa junina de mês inteiro, festa de agosto/padroeira, desfile de 7 setembro, raro patriotismo no Brasil mas sempre presente em nossa cidade, a primeira comunhão, as brincadeiras e mergulhos de todas as tardes no rio taquari, os passeios de mergulhos dos sábados na cachoeira, os passeios em Rio de Contas, o lajedo.... são raízes da terra da gente que agente não pode esquecer....(saudade, saudade, gostosa saudade...), aaa se eu pudesse voltar no tempo e viver cada momento que a lembrança me traz agora, eu seria outra vez menino, com direito aos meus desatinos e correr pelo campo a fora... (Grande abraço amigos de Livra...Edvaldo, em 23.08.2014).

 

Atualizado em 05.08.2014

JOSÉ MARIA DE JESUS
jmpedagogo@bol.com.br

JORNALISTA RAIMUNDO MARINHO, o artigo "O perigo ronda nossa paradisíaca vocação!", realmente nos faz ficar muito triste por saber que tudo está acontecendo sem nenhuma autoridade fazer nada. Nenhum vereador, deputado, prefeito e até empresários, tá tudo acabando.

Nós não podemos parar de falar e alertar, embora muitos fingem não ver nada. Recentemente, postei no youtube uma música que fala sobre essa situação, é outro alerta.

Acredito que Livramento está perdendo sua história antiga e as gerações futuras ficarão sem saber onde e como moraram seus antecessores. (Acesse https://www.youtube.com/watch?v=cGZqdTlze24
http://youtu.be/cGZqdTlze24, para ouvir a música)

 

WEBER MARCILIO MALHEIRO AGUIAR
weberaguiar@yahoo.com.br

Prezado Raimundo, quero aqui de público parabenizar o grande amigo Zeferino pelo seu artigo onde questiona o uso das redes sociais, em particular o WhatsApp. Também solidarizo com ele e em alguns momentos me sinto excluído da sociedade, rsrsr, além do que o "fiu fiu" das mensagens é de saturar qualquer paciência. Concordo ainda com ele, quando escreve: "Parece que a mais nova tendência da moda é estarmos cada vez mais solitários, mesmo em meio à multidão", pois para se ter uma ideia de como isso é notório, em uma dessas novenas em louvor ao Bom Jesus olhei ao redor e vi um monte de gente de diversas classes sociais e idades, que simplesmente pareceram esquecer que estavam em um culto religioso e ficavam arrastando os dedos sobre a tela dos seus celulares. Para resolver isso acredito que teremos que evoluir voltando ao passado, onde essas tecnologias ainda não existiam. Com esse meu comentário espero não criar polêmica e sim expor a minha insatisfação com o uso demasiado das redes sociais.

 

Danilo Meira
dan_meira@hotmail.com

"RECEBEU O TITULO CRUZ DE RECONHECIMENTO SOCIAL E CULTURAL NO GRAU DE GRAN COMENDADOR DA SOBERANA ORDEM, ROBERVAL DE CÁSSIA MEIRA."

Na quinta-feira passada 31.07.2014 um ilustre conterrâneo nosso, Roberval de Cássia Meira recebeu uma Comenda de Destaque em Salvador e nenhum blog de Notícias da Região colocou ao menos uma nota sobre o fato. Temos que valorizar os exemplos.

A Soberana Ordem da Sociedade Intercontinental de Ciências Humanas, Jurídicas e Sociais  realizou na noite desta quinta-feira, (31), no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, na Praça Thomé de Souza, a Sessão Solene de outorgas e condecorações oficializadas.

A Comenda é uma homenagem àqueles que trabalham em prol dos direitos humanos, da paz e da responsabilidade social. A honraria tem por finalidade perpetuar o nome os homenageados perante as gerações vindouras, reconhecendo publicamente os méritos de honra, caráter, civismo, dignidade e benevolência.

Coragem e determinação são requisitos básicos para quem recebe essa honraria. O título de Comendador enaltece o caráter, a coragem e serve como exemplo para todos. Tal honraria destina-se a homenagear personalidades, empresários e autoridades civis e militares de grande relevância para o nosso País.

 

Geovane Pessoa
geovane.pessoa@gmail.com

O Brasil, sabiamente, teceu criticas ao massacre (a mídia insiste que é uma guerra) e discordando totalmente da ação militar de Israel, ou seja, que a atitude desse país é desproporcional, haja vista que mais 700 palestinos já morreram. sendo que uma boa parcela são crianças e mulheres. Mas o que me deixou mais perplexo, é o porta-voz de Israel dizer que desproporcional foi o “7 a 1” (alusão a derrota para Alemanha). Isso demonstra que em nada aprenderam e evoluíram os judeus com que os mesmos sofreram na 2ª Guerra Mundial na mão dos nazistas!